O que somos

EME>>, Estúdio Móvel Experimental, é uma residencia móvel de pesquisa integrada em meio ambiente e sustentabilidade, entre arte, ciência e tecnologia. O projeto tem duas funções principais: seu design ser ecológico, isto é, desenvolver a máquina para que seja coerente ao meio ambiente e abrir espaço para artistas desenvolverem ações artísticas em sítios específicos. Este projeto é direcionado como uma plataforma interdisciplinar de pesquisa com foco na Mata Atlântica e sustentabilidade.

Os artistas e pesquisadores residentes no EME>> visitarão alguns municípios do estado do Rio de Janeiro também como festivais de arte, mídia e exposições. Uma de suas funções é alcancar público por meio de intervenções urbanas, publicações, documentação e interação utilizando plataformas de novas mídias como internet e redes sociais. Através deste projeto multidisciplinar pretende-se enfatizar a conscientização ambiental, histórica e artística do Estado do Rio de Janeiro.


EME >> Estúdio Móvel Experimental is a mobile residency working in a platform between art and science researching the natural environment and sustainability. EME >> has two main functions: as a customized camper van that is designed to be ecological, i.e., to adapt its machinery to the natural environment; and also as a mobile studio that can support facilities to explore the urban and natural environment, realize public/ live arts and educational events around the Guanabara Bay in the state of Rio de Janeiro. It opens space for artists and researchers to use the EME>> machine as a tool for communication and interface their work, the natural environment and the audience.



15 de set. de 2010

RÁDIO PIPA TAGUEADORA

1radiopipaokprograma1fumaca by editora ecoaecoa

Gravação e educador de edição: Adriano Belisário e Alissa Gottfried
Assistente de edição: Tainá Vital e Felipe Nunes
Texto: Silvia Leal e Alissa Gottfried

Rádio Pipa
Apartir do jogo literário Dada Outra Poesia, realizado no prímeiro dia (06/09) da Resistência Artística Realidade diminuida, onde as crianças taguearam o lugar onde vivem (Jardim Gramacho), foi escolhida a palavra FUMAÇA para ser escrita numa pipa.




Guiados então pelas crianças da comunidade, Alissa Gottfried e Adriano Belisário conversaram e gravaram falas sobre o assunto FUMAÇA. Adriano editou o material com Alissa e Tainá usando editor de áudio livre, mixando falas de Estamira, como referência contextual finalizado com um trecho da música O Sândalo de Tom Zé. Esse programa foi transmitido pelo Rádio Educativa Kaxinawá na UERJ em Duque de Caxias e também re-transmitido pela Web-Rádio Paraíso em São Gonaçalo, Quarta-Feira dia 15 de Setembro 2010 entre 13:00- 16:00.

Na ocasião Alissa, Felipe e Silvia reuniram-se com Prof. Mauro Costa e seus alunos de Pedagogia e Geografia da Oficina Híbridos do Labore-Lab. de Estudos Contemporâneos na UERJ, . O material foi apresentado e discutidos, avaliando esta ação no Jardim Gramacho, Duque de Caxias/RJ.


Saiba mais em:
> Resistência Artística Realidade Diminuida / EME >> Por Editora Educadora Ecoaecoa

> I-Motirõ - FIC:


WEB Rádio KAXINAWÁ



a Rádio Pipa >> Produzido por Alissa Gottfried com jovens da comunidade do Bairro Esqueleto, Duque de Caxias é transmitida pela Web-Rádio Kaxinawá. Apresentando o material para Prof. Mauro Costa e seus alunos da 'Aulas de rádio - Educação e Comunicação: Rádio I'. Parte do currículo da Faculdade de Educação da Baixada Fluminense, como disciplina eletiva universal (para todos os cursos, da FEBF e outras unidades da UERJ).

Após a apresentação de Alissa sobre o seu trabalho em Duque de Caxias, o grupo de pesquisadores escutaram o rock Tcheco: A Gente Plástica do Universo. E foi discutido o texto: Rock´n roll e Revolução na Tchecoslováquia, de Mauro José Sá Rego Costa. Apresentado no XXXIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação - Caxias do Sul, RS - 2-6 de Setembro 2010.

8 de set. de 2010

Reciclagem de Palavras e Rádio Pipa



Entrada do Aterro e da comunidade Esqueleto no Jardim Gramacho Entrance to the wetland/wasteland gramacho

Da fragilidade à resistência quem dura mais? Nosso público são crianças de 3 a 13 anos


Começamos com a reciclagem de palavras onde as crianças falam com uma palavra sobre sua comunidade e recortam ela para fazer o jogo DADA OUTRA POESIA

                                 
Até quem não sabe lê escreve e gera a semântica do Jardim Gramacho



Escolha da "Tag"/Etiqueta/assunto para a Rádio Pipa

A Pipa como antena da Rádio Comunitária

  Bota no ar pra falarmos sobre FUMAÇA


Rádio Pipa no Ar


Direcionando a antena


A senhora pode falar sobre a questão da fumaça na Comunidade?


Como podemos diminuir o problema da fumaça na comunidade?                                                               




Esse programa vai ao Ar 
também na Rádio Educativa Kaxinawá quarta dia 15/09 às 14 horas.
E em breve subimos esse áudio aqui.


Fique atento ao menor sinal de FUMAÇA
Porque onde tem fumaça não tem só fogo, tem pneu, fio, plástico, ...


Realidade Diminuida

6 de set. de 2010

1a Residência: Realidade Diminuida de Alissa Gottfried


'Realidade Diminuida' é o projeto de residência de Alissa Gottfried que será realizado entre as datas de 6 e 18 de Setembro 2010 no Bairro Esqueleto, Jardim Gramacho, Duque de Caxias:

"O EME >> servirá como um navegador multimidia na busca de informacões sobre os conteúdos de um lixão próximo a Baía de Guanabara. Um grupo de pesquisadores envolvidos na atividade através da parceria com uma escola irão descobrir os principais assuntos que esse site engloba. Tags serão gerados e estampadas em pipas feitas como atividade de metareciclagem e empinadas em cima desse lugar. Fotos de locais terão seu conteúdo alterado através de aplicativos livres de edição de fotografia contendo imagens e textos referentes aos tags. Linkando assim a tag ao conteúdo relacionando conexões reais ao sistema pedagógico da web semântica."

2 de set. de 2010

Realidade Diminuida

PRIMEIRA RESIDÊNCIA
Alissa Gottfried
| Duque de Caxias | 6 á 17 de Setembro




Jardim Gramacho é um bairro do município de Duque de Caxias onde está localizado o maior aterro sanitário da América Latina. O local recebe, por dia, mais de 7 mil toneladas de lixo provenientes de mais dois municípios da Baixada Fluminense e também da cidade do Rio de Janeiro[1]..
Em dezembro de 2006, assim era caracterizado o bairro em reportagem da Agência Brasil:
Cquote1.svg Jardim Gramacho possui 20 mil habitantes e bolsões de miséria – 50% da população sobrevive de reciclagem. Sem saneamento básico, as pessoas moram em barracos de madeira e papelão e em palafitas. Cquote2.svg

Na mesma reportagem, constava que "após três décadas de uso do local para o despejo do lixo da região metropolitana do Rio de Janeiro, o governo carioca decidiu que, em 2007, desativará o aterro[2]." Desativação que não ocorreu, levando à saturação do aterro sanitário.

Leia mais sobre o Gramacho aqui
                                                                                         

Foto do Mangue do Gramacho por Alissa Gottfried


“Realidade Diminuida” é um trabalho que envolve oficinas e intervenções numa comunidade satélite do Jardim Gramacho. As atividades da residência incluem um programa de rádio, uma produção literária, um mapa semântico no FIC e a produção de uma maquete a partir de discussões sobre a re-utilização do lixo de forma criativa e funcional. Haverá uma exposição dos trabalhos na comunidade para os alunos, parentes e moradores. Todas as etapas do projeto serão documentadas e poderão ser acompanhadas via este blog.
Alissa é educadora popular e atualmente integra o coletivo I-Motirõ ministrando cursos de cultura digital com software livre em escolas públicas, eventos, ONG´s e Pontos de Cultura. Está criando uma editora libertária com livros artesanais e licença copy left de forma totalmente indendente usando apenas software livre, pela qual, pretende oferecer este serviço para a rede dos Pontos assim como para: projetos sociais, artistas, comunidades e crianças em situação de periferia cultural como um canal de comunicação, difusão e resistência da cultura e sabedoria popular.
 

1 de ago. de 2010

Residência 1: Alissa Gottfried > Duque de Caxias

A primeira residência será com Alissa Gottfried, Educadora Popular Conectiva.
Entre as datas de 6 e 17 de Setembro 2010.














No trabalho de Alissa, O EME>> neste trabalho serve como um navegador multimidia na busca de informacões sobre os conteúdos de um lixão próximo a Baía de Guanabara.
Um grupo de pesquisadores envolvidos na atividade através da parceria com uma escola irão descobrir os principais assuntos que esse site engloba gerando tags que serão estampadas em pipas feitas como atividade de metareciclagem e empinadas em cima desse lugar. Fotos locais terão seu conteúdo alterado através de aplicativos livres de edição de fotografia contendo imagens e textos referentes aos tags, linkando assim a tag ao conteúdo relacionando conexões reais ao sistema pedagógico da web semantica.

Conheça o trabalho de Alissa Gottifried

EME >> Setembro - Novembro 2010 | Conexão Artes Visuais

As residências EME iniciam suas ativiades em Setembro de 2010 com mais 4 atividades:

Alissa Gottfried, Romano, Beatriz Lemos e Active Ingredient (UK).









Silvia Leal é proponente do projeto EME>> premiado pelo edital Conexão Artes Visuais 2010.

Conexão Artes Visuais é um programa da Funarte/MinC que viabiliza com patrocínio da Petrobras, a realização de festivais, salões de arte, mostras, palestras, seminários, debates, oficinas, mapeamentos, publicações e exposições, entre outras ações de fomento às artes visuais em todo Brasil.

19 de set. de 2009

Silvia Leal Residency- Day 3 - 18.09.09/ Baía de Guanabara

09:30 - Instituto Rumo Nautico/ Projeto Grael workshop
15:30 - Instituto Baía de Guanabara interview
17:30 - Praia Adão e Eva

18 de set. de 2009

View from the sugar loaf/ Visto do Pão de Açucar

Rio Artist Thais Medeiros accepts to access to the Sugar Loaf and aim her camera towards Adam and Eve Beach across the bay in Niteroi to capture Silvia Leal's 1 min performance.

Artista carioca Thais Medeiros aceita convite para acessar o Pão de Açucar e apontar sua câmera em direção a praia Adão e Eva em Niteroi, para registrar a ativação da ultima chama marítima por Silvia, neste ciclo de performance e interligação em torno da baia de Guanabara.



Interview with Dora Hees de Negreiros, Instituto Baía de Guanabara

The questions below were posed by Rachel Jacobs of Active Ingredient, which Silvia in turn asked Ms. Dora Hees, President of the Guanabara Bay Institute to reflect upon:














The questions below were posed by Rachel Jacobs of Active Ingredient, which Silvia in turn asks Ms. Dora Hees, President of the Guanabara Bay Institute:


Silvia: How do we visualise the future of our forests?

Dora Hees de Negreiros: With certain worry, I think we will have forests but they will be altered. I believe that people will be more conscientious and take more care. This “care” is however in inverted commas, the concept of an un-touched forest is something I don’t really believe in, as the population grows, man needs to make a clearing to live, even the Indians made clearings. We need the sun to live and as the population grows, our forests are threatened. But I believe we will take care, and this care is being taken into consideration in many ways. Projects such as yours, initiatives that are now more common will increase. We will have forests, but in limited spaces, such as the Guanabara Bay for example, once the mangroves covered all of its margins. Today this is very limited to the APA Guapimirim. We are continually developing these projects to protect our forests and I believe the population is taking more care. I am from the time of Stockholm’s conference on the environment, it was 1972, and it was when pollution was being considered for the first time. I was then already working with the environment. We were aware then that the world could not continue developing the way it was. Today I believe there are many things being done and we will have our forests, at least in the areas that are protected.

Silvia: How do we think we can work with young people to keep them interested in looking after the forest regions?

Dora: The best way to work with children in my region of Rio de Janeiro is through the schools. It is a place where the children go to. Even if attracted by the school lunches offered. There is a lot of interest in our forests, especially by the teachers who bring the young people and show them, not only through images, but through direct contact with nature, which creates affection. A young person who hugs a tree will never forget its texture. So I think we must put young people in direct contact with nature, let them hear the sounds and smell the forest, this is very important.

Silvia: What ways can humans and the technology we are inventing can help us live with our forests now?

Dora: This weekend I was in Itatiaia, and there I heard about a resident who had a very modern recording tool, a camera that has a thermal sensor. He filmed a family of jaguars which were unknown in that forest previously. The machine is activated by movement or heat, that is, the technology revealed the family of jaguars. I strongly believe in technology, as well as information in order to create an emotional tie, and that knowledge is necessary. Today technology makes this information available to us. In this region of the Guanabara Bay, amongst its sixteen municipalities, there are schools which still do not have access to the internet, neighbourhoods which do not have access and this makes it necessary for us to physically take this information also. As a note, we have a project with bio-indicators, and it would be good to make contact with Active Ingredient.

----------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Silvia Leal: Como você visualiza o futuro das nossas florestas?

Dora Hees de Negreiros: Com certa preocupação. Eu acho que nós vamos ter florestas sim, mas um pouco alteradas. Eu acredito que as pessoas vão tomar mais consciência e vão cuidar mais dela. “Cuidado” entre aspas, Não deixar-las intocadas... Não acredito em nada muito intocado. A população crescendo da maneira que está crescendo, o homem vai precisar fazer uma clareira pra viver, todo homem, mesmo os índios abrem uma clareira, pois precisamos de sol para viver e conforme a população vai crescendo, as florestas vão ficando ameaçadas. Mas eu acredito que nós vamos tomar alguns cuidados, aliás, acho que estes cuidados já estão sendo tomados de certa forma. Trabalhos como os de vocês e iniciativas que são agora mais frequentes e mais comuns vão se multiplicar. Vamos chegar, por exemplo, a ter florestas em espaços limitados, assim como a baía de Guanabara tinha manguezais em toda sua volta e hoje tem, bem limitado, na APA Guapimirim. Estamos cada vez mais ampliando as áreas protegidas das florestas. Eu acho que a população está tendo mais cuidado. Eu sou da época da confência em Estocolmo de Meio Ambiente, e a primeira vez que se pensou em poluição foi em 72, quando eu já trabalhava com o meio ambiente. Eram as primeiras noções, quando o mundo se deu conta de que não podia continuar daquele jeito. Hoje, acho que muitas coisas estão sendo feitas, e vamos conseguir, pelo menos em áreas protegidas, ter nossas florestas.

Silvia: Como podemos trabalhar com os jovens com o intuiro de despertar o interesse neles em cuidar da mata atlântica?

Dora: A melhor maneira de trabalhar com crianças, pelo menos na minha região que é o Rio de Janeiro, é por meio das escolas. É um lugar para onde eles vão de qualquer maneira, nem que sejam atraídos pelas merendas, Nós temos a experiência para atrair os interessados, já que os professores também tem interesse, ou seja, mostram aos jovens, por meio de imagens, e desta maneira os coloca em relação direta com a natureza, criando assim o afeto. O jovem que abraça uma arvore não vai esquecer jamais como é a textura de uma árvore. Então, na minha opnião, devemos colocar os jovens em contato direto, fazendo-os ouvir os sons e sentir o cheiro da floresta. Isso é importante.

Silvia: De que modo você acha que a tecnologia, que estamos inventando o tempo todo, pode nos ajudar a viver com as florestas?

Dora: Este fim de semana estive em Itatiaia e lá soube que um morador trouxe uma máquina de filmar ultra moderna, destas que tem sensor térmico. Ele filmou uma família de onças desconhecidas dentro da floresta. Esta máquina liga quando sente movimento ou calor, quero dizer, uma tecnologia que mostrou a existência de uma familia de onças. Por isso, acredito muito na tecnologia, assim como a informação é necesária para poder criar um laço afetivo. O conhecimento é necessário. Hoje em dia as tecnologias colocam estas informações ao nosso dispor. Mas nós também precisamos levar esta informação adiante, pois mesmo dentro da área da baía de Guanabara, em 16 munincípios, há áreas e bairros onde as escolas ainda não tem internet. ou seja, a tecnologia também tem que chegar e andar mais depressa. Nós temos um projeto com bio-indicadores de água, precisamos fazer contato com Active Ingredient.

Rumo Nautico Oficina: 18_09_09

Oficina com o Instituto Rumo Náutico utilizando o veículo como plataforma de apresentação audio/visual. Apresentamos o projeto EME para este grupo de jovens velejadores que fazem parte do IRN e pesquisam energias alternativas e auto-sustentáveis.




Os alunos participaram de um debate sobre o EME e suas atividades marítimas, soluções mecânicas para transportação, energia e o clima da Baía de Guanabara.







Performance no IRN. Aluno de elétrica nautica, Rodrigo, aceita participar de ação continuativa de sinalização na margem da Baía de Guanabara, por meio da 'corrida de revezamento' iniciada em Paraty.


17 de set. de 2009

Silvia Leal Residency- Day 2 - 17.09.09/ Estrada Real - Caminho Novo

Neste segundo dia de residência, fomos a prefeitura de Duque de Caxias, e apresentamos o projeto para a secretária de Cultura e Patrimônio, professora Gladis Brasa Figueira e Beto Gaspari do departamento de projetos de cultura.

Silvia realizou uma pesquisa de campo no município de Duque de Caxias que começou na antiga Igreja de São Bento, este a levou para a Igreja Nsa. Sra. Do Pilar. Dentro destes dois locais existem arquivos, entre fotos e mapas, dos portos onde os Portugueses levavam os metais preciosos para a Europa, ilustrando o Caminho do Ouro – Caminho Novo. Existiam vários, portos importantíssmos nos séculos XVII e XVIII.
Hoje pouco se algo resta, mas em chegar nestes locais havia conhecimento local sim obre a importância destes espaços. A Igreja Nsa. Sra. do Pilar é um patrimônio histórico e artístico nacional, tombado em 1938.

Sr.Alexandre, caseiro do Patrimonio Histórico da Igreja Nsa, Sra, do Pilar aceitou realizar a ação com a chama marítima nas margens do Rio Pilar, que hoje grande parte é soterrado. Neste aterro do Rio Pilar, Alexandre aceitou o bastão de Sr. Bee em Paraty, num jogo metafórico de revezamento.











































































1. Filme de 60 segundos com Alexandre, Caseiro do Patrimonio Histórico, a Ingreja Nsa Sra do Pilar.
2.
De manhã em Duque de Caxias, Praça Roberto Silveira em frente a Prefeitura. Conversando com Sra. Paula da Associação de Moradores de Duque de Caxias,o Sr. Daniel Ferreira do Comitê de Saneamento da Baixada Fluminense e Sr Sidney Campos Neves do Conselho Nacional de Educação e Meio Ambiente.
3. Instituto Profissional de São Bento. Agradecemos a Prof. Maria Claudia por nos receber e abrir a antiga Igreja de São Bento onde achamos referências históricas sobre a região da Baixada Fluminence e seus rios.
4. Ingreja de Ns Sra de Pilar a margem do Rio Pilar onde encontramos mapas e textos históricos, ilustrando o Caminho do Ouro; Paraty e Nossa Sra do Pilar.
5. Rio Saracuruna hoje, enquanto em busca do antigo Porto da Estrela no Rio Inhomirim que não achamos desta vez.





3. Igreja de São Bento - referências históricas sobre a região da Baixada Fluminence e seus rios.













4.
Caminhos do Ouro; Nossa Sra do Pilar.

















Oi de Inglaterra


Greetings from Nottingham, England.

We have been following EME along the journey and keeping in conversation with Silvia and Ivan via Skype as we hope to be joining the van in November on future journeys.

It is very exciting to be invited along, whilst sitting in our office in England looking out on the grey skies and imagining that we are bouncing around in the van too.


We have several ideas of how we hope to interact with EME in the future and potentially link up with our research from the Dark Forest project we are currently doing with Mobilefest and the Mixed Reality Lab (University of Nottingham). As part of this project we are working in the Mata Atlantica region around Mogi Das Cruzes, Sao Paulo state and also in Sherwood Forest which is the forest region around Nottingham where we live - the home to the world famous Robin Hood.

At the moment we doing research around sensing the forests using sensor devices that capture data on humidity, temperature, decibels, light and photos. One of our ideas is to make the van into a mobile sensor unit, that capture all types of data as it travels around and we can look at some new ways to visualise this data.

Today, whilst Silvia and Ivan travel to the Port of Estrela we are going to Sherwood Forest to collect some more data around the old oak trees (that are between 800 - 1000 years old) we hope to chat to them on skype when we are there and video conference between the two places. We will also be filming and will record a video message from the forest for this blog and the dark forest blog. We are also meeting with the forest manager and if you have any questions you want us to ask her about the forest and to link into what is being discussed on this blog with what we are talking about here then please leave a comment for us. More information about Sherwood Forest can be found here - the forest has many things in common withe Mata Atlantica, despite the difference in scale, climate and ecology...
We have some questions that relate to both forest areas:
1. How do we visualise the future of our forests
2. How do we think we can work with young people to keep them interested in looking after the forest regions
3. What ways can humans and the technology we are inventing can help us live with our forests now?

My apologies for writing in English, my Portuguese is still very basic!

Rachel Jacobs, Active Ingredient

16 de set. de 2009

Silvia Leal Residency- Day 1 - 16.09.09/ Estrada Real - Caminho Velho

Silvia Leal leva o EME para apoiar uma pesquisa e atividade artística. Diferentes partes do Estado do Rio de Janeiro onde se encontra uma ligação histórico-geográfico são conectados. A cidade de Paraty e a comunidade de Pilar na encosta da Baia de Guanabara. A atividade de Silvia sublinha um fragmento contido na história do Brasil na busca de sua relevância contemporânea. Foi encontrado uma rota colonial, que buscou e transportou metais preciosos a partir do século XVII para serem exportados para Europa. Esta rota é conhecida como a Estrada Real. Duas pessoas são interligadas via a ação de ascender uma chama marítima no caminho antigo da Estrada em Paraty, a segunda, no caminho novo da Estrada Real em Pilar. Estes pontos são sinalizados por 2 pessoas que trabalham em organizações relevantes a preservação deste patrimônio histórico, geográfico e natural. EME viabilizou a ida até a Estrada Real – Caminho Velho, em Paraty onde uma reunião com o Instituto Estadual de Florestas e uma entrevista com o Sr. João Bee. foi realizado. Neste primeiro dia a primeira performance foi capturada, em fotografia e um filme de 60 segundos.


Silvia on the Royal Road, Caminho Antigo - Old Route, in Serra da Bocaina Park, Paraty.
photo: Ivan Henriques

Silvia Leal led EME to travel the environmental extreme of the State; from the natural to the urban, through the costal road known as BR 101. The region around Paraty also known as costa verde is an area rich in biodiversity, where exemplary actions of socio-environmental projects appear to be taking place and Silvia's aim was to meet some of the people involved in projects such as the Associação Cairuçu, the Parque Nacional Serra da Bocaina and the Estação Ecológica Tamoios to learn more of the Mata Atlântica there being preserved.
BR101: Rio - Paraty route taken by EME to reach the Costa Verde.
Protected Areas of the Costa Verde Region

Paraty is a XVI Century port city, where the entrance to the Estrada Real (Royal Road) can be found. A road built in the XVII Century, extending 1,200 km towards the interior city of Ouro Preto in Minas Gerais State. At the time it took 95 days to travel by foot. Originally an indigenous track, this road led the Portuguese settlers accompanied by slaves to the riches of gold, diamond and precious minerals which were extracted and then exported to Europe via the Estrada Real. This road begins in Paraty and is the ‘Caminho Velho’ (Old Route) since in the XVIII Century a second road from Ouro Preto and Diamantina city was developed in order to reach Rio de Janeiro more quickly and safely. This second branch of the Royal Road is known as the 'Caminho Novo' (New Route) and flows directly into the Guanabara Bay.

Silvia interviewing Mr. João Bee inside EME. Mr. Bee is a Historian and works with IEF
(Instituto Estadual de Florestas) and INEA (Instituto Estadual do Ambiente).


Mr. Bee is one of three Guards who physically police and protect the Reserva Ecológica da Juatinga.
The reserve is a rare area of Primary Mata Atlântica Forest that covers 9,000 hectares.

10 de set. de 2009

Residência Ivan Henriques - Oficina CEFET-RJ 10.09.09

Workshop com os alunos do professor Gilberto Branco, diretor do Curso de Graduação em automobilismo no CEFET. Abrimos uma proposta para um projeto de extensão na universidade para um grupo de alunos de Engenharia Mecânica e Elétrica para pensar em soluções no desenvolvimento da customização do veículo, com o objetivo de alcançar energia verde e dispositivos tecnológicos móveis para serem adaptados nas futuras expedições do EME.

Conversa com o professor Gilberto - CEFET-RJ





Apresentação do projeto para CEFET. Um Grupo de estudos com alunos de Engenharia Mecânica da Universidade http://www.cefet-rj.br/ para pensar em soluções no desenvolvimento da customização do veículo, para alcançar energia verde e despositivos tecnológicos móveis para serem adaptados nas futuras expedições do EME.

9 de set. de 2009

Residência Ivan Henriques 09.09.09 | 2° dia

Entrevista com Biólogo Felipe Sardela no APA Guapimirim; a organização sedeu um barco que acompanhou o artista para realizar uma coleta de sons na entrada do Mangue protegido. Contato pessoal realizado com a Secretária Munincipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer de Magé, Sra. Sandra Ramaldo tendo a autorização para realizar a intervenção Sonora na praça Dr. Nilo Peçanha, no centro de Magé, onde se encontra a Prefeitura. Apresentação de duas horas ao vivo dos sons coletados e interferidos pelo artista em tempo real. O público atingido foram grupos de jovens, adultos e idosos transeuntes da praça. Entrevistas com este público foram realizados durante o evento como parte da documentação.

P9090042 Sede da APA -Reserva ecológica de GuapimirimP9090030emedia24O biológo Felipe Sardela , da Reserva Ecológica de Guapimirim,
foi entrevistado pelo EME. Ivan captou novos sons deste rio que
desemboca na Baía de Guanabara.

emedia2Intervenção : experimentação sonora em Magé.